“Eu acho bonito do trabalho da creche, porque eles não escolhem se a pessoa é preta, pobre ou de qualquer nível. O amor e o carinho são iguais para todos.” Luciene relembra sua trajetória com gratidão e define a creche como sua segunda casa: “Ali eu me sinto em família.”
Para ela, o acolhimento vai muito além da assistência às crianças. “Não tem dinheiro nenhum neste mundo que pague o que eles fazem pelos nossos filhos.” Ela destaca que sempre esteve presente por amor, nunca por interesse.
Luciene também compartilha momentos de grande dificuldade pessoal, incluindo o enfrentamento de um tratamento de saúde. “Mesmo nas lutas, eu sentia o apoio, o amor e o cuidado deles comigo e com minha família.” Nesse período, a presença da creche foi essencial para seu fortalecimento emocional.
“Se eu estou de pé hoje, é porque essa creche me sustentou.” Para ela, o que diferencia o espaço é justamente o cuidado humano: “É abraço, é acolhimento, é sentir que você é digno de ser amado.”
Ao falar da creche, reforça sua importância para toda a comunidade: “Onde mais você encontra um lugar assim? Hoje o mundo está muito material, mas ali o que vale é o amor, o respeito e o carinho.”
Luciene resume sua experiência com uma certeza: “A creche é tudo para mim.”
Assista o depoimento completo:




